quinta-feira, 23 de julho de 2009

Diabetes – De sentença de morte á doença da longevidade


Esta não é, de maneira alguma, uma forma exagerada de lembrar a doença.
Houve o tempo em que o diabetes era sinônimo de sofrimento, que não dava esperança nenhuma de vida longa ao diabético. Ter esta patologia, especialmente o tipo 1, antes da tão extraordinária descoberta da insulina, era pior que ser portador do HIV nos tempos hoje, pois nem mesmo drogas capazes de dar um sopro de vida existiam. Se o paciente vivesse mais um ou dois anos, teria vivido muito. Em 1921, esta história começaria a mudar. Uma descoberta feita por Frederick Grant Banting seria um primeiro, e importante salto para o tratamento do diabetes. Confira na página da SBD.

http://1.bp.blogspot.com/_XWJEJulg4Dc/SYwjT2ePjfI/AAAAAAAAABo/JwjvN5IpNOE/s320/Fredrick_banting.jpg

Mas foi então a partir de 1966 que o diabético ganharia novos rumos para, finalmente, poder ter uma vida normal, ou quase. Confira aqui.


Hoje, tantos avanços na medicina, apoio de ONGs, e quem diria; até mesmo uma grande mobilização por parte dos nossos governantes (nada mais que dever), faz do diabetes uma doença, digamos assim, aceitável. Embora a aceitação não seja bem ainda a realidade - ainda.

Mas após tantas conquistas, lutas e descobertas, podemos ter acesso á tratamento de qualidade, e com ele, passamos a descobrir um novo lado do diabetes, até então inexistente: a longevidade. Agora que podemos viver com o diabetes, é possível até mesmo viver mais com ele, pois vivemos de olho em tudo o que vai à mesa, não optamos, na maioria das vezes, pelo que pode nos prejudicar, antes damos preferência ao que nos faz muito bem, e proporciona saúde. Muito mais que antigamente, damos importância aos exercícios físicos, e permanecemos em constante vigília da doença, e de até, outras possíveis doenças, pois visitar o médico se torna parte da rotina do diabético. Antes, certamente não.

Enfim, somando todos os benefícios que ganhamos com a determinação, em se conviver com esta doença crônica, dês de que tendo a prudência e controle - meta do diabético - ganhamos sim uma vida longa, com mais perspectivas, e conseguimos ver a vida por um ângulo novo; o da superação.

Ser diabético nos dias de hoje, não é sinônimo de infelicidade, mas também não significa uma vida com mais alegrias. Não necessariamente. Só significa que daqui pra frente, teremos um caminho a mais pra seguir, que antes tínhamos, mas fingíamos desconhecer: o caminho da prudência.

E prudência é sim, sinônimo de longevidade.

http://www.fernandopovoas.com/wp-content/uploads/2009/06/diabetes1-300x286.jpg

Confira também este, o primeiro post do blog!

10 comentários:

jotapeh9907 disse...

Post altamente informativo
Parabéns.
É mto bom encontrar informações para tirar dúvidas e quebrar tabus.
É sinal q tem responsabilidd seu idealizador
Vou visitar sempre

Anderson Gonçalves disse...

Oi amigo, muito obrigado pelas palavras incentivadoras! São comentários assim que me dão ânimo pra continuar este trabalho!

Volte sim, sua presença será mais que bem-vinda!

Abração!

Athayde Leite disse...

OI

Acho importante mostrar que hoje em dia podemos levar uma vida "normal" porém é importante salientar as nossas limitações, pois devemos ser compreendidos numa hora de sufoco, pois sabemos que principalmente os diabéticos tipo 1 têm certas limitações, principalmente com relação a horários e alimentações.

abração

athayde leite www.diabeticoluta.blogspot.com

Anderson Gonçalves disse...

Com certeza o apoio das pessoas que convivem conosco no dia-a-dia é muito importante, até porque em uma possível crise, de hipo, ou de hiper, a ajuda do próximo é imprecindível.

Valeu pelo coment amigo,
grande abraço!

Luciana Oncken disse...

É, Anderson! Fico pensando, às vezes, como era no passado, não muito distante... O tipo de insulina, as agulhas grossas... Os tempos mudaram e estão ficando cada vez melhor pra gente. Beijos.

Anderson Gonçalves disse...

Pois é amiga, embora para a grande maioria o fato de um diabético ter que aplicar insulina todos os dias seja algo extremamente sofrível, com tantos avanços, e adaptações, as aplicações já não são doloridas como antigamente, e ai é facil de se acostumar.

Valeu pelo coment!
Abração!

Anônimo disse...

OBRIGADO POR COMPARTILHAR ESSES MOMENTOS QUE SE TORNAM TÃO PEQUENOS QUANDO SE OUVE PALAVRAS DE INCENTIVOS E ANIMADORAS.

PARABÉNS E OBRIGADO


LÚCIA(MÃE DA MARIANE DE 09 ANOS PORTADORA DE DIABETE TIPO I)

Anderson Gonçalves disse...

Ooh amiga, eu é que agradeço pelo seu incentivo, é muito gratificante pra mim receber comentários de pessoas que também convivem de alguma forma com a doença, e encontram neste humilde espaço algo de bom, muito obrigado!

Volte sempre, a casa é sua!!

Fica na paz!

AJUDA.COM disse...

OLÁ MEU NOME É ROBERTA E GOSTARIA SE POR FAVOR DE UMA INFORMAÇÃO,FIZ O EXAME DA FITINHA E ACUSOU 178,ESTA EM JEJUM,DEVO FIAR PREOCUOADA ,MINHA VIDA É DE DOCE AMO DOCE ,NÃO RESITO A UM SERÁ Q É POR ISSO?OBRIGADA UM ABRAÇO!MEU EMAIL SE VC QUISER ROBERTADEUSEFIEL@GMAIL.COM

Sidney Araújo disse...

Bom dia, Após a morte de minha querida esposa, meu filho caçula emagreceu muito e passou a beber muita água. Levei ao médico e logo de cara ele pediu exame de glicemia. Ao qual o resultado foi o que o médico supeitava diabets. Sua taxa estava em 750 e foi internado. Como se não bastasse o sofrimento por ter perdido a minha parceira de anos, veio mais este sofrimento de um filho com uma doença complicada de se lidar. Mas aprendemos a conviver com isso e hoje ele é um professor de Educação fisica ( faz muito exercicio fisico) toma insulina diariamente, mas de vez enquando abusa da alimentação porque é jovem e quando sai com os colegas fica complicado achar alimentos zero de açucar principalmente nestes fast foods. Quando esta doença ataca uma pessoa idosa é ruim, mas quando ataca uma criança ou um adolecente é muito triste pois priva eles de muitas coisas que gostariam de comer como seus colegas, principalmente nas festinhas que frequentam. Mas tem que ser assim. Só peço a Deus que um dia os cientistas achem um dia um jeito de fazer o pancreas voltar a funcionar normalmente e produzir a tal da insulina.

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